Heavenletters

Sou tradutora voluntária no site Heavenletters:

http://heavenletters.org/

Transcrevo de seguida a mais recente tradução por mim realizada.

 

Deus disse:

 

Sim, tu tens de sair do hábito de pensar pequeno. De uma vez por todas tu tens de sair das reações aprendidas que fizeste tuas para aquilo que te causa frustração. Quão melhor seria a vida se tu conseguisses sair do teu ressentimento e raiva acerca das coisas pequenas.

Eu vou ajudar-te. Eu vou guiar-te. A única coisa que te é pedida é que chegues a uma maior compreensão de ti mesmo.

Vamos dizer, pela terceira vez em três dias, um robot da companhia enviou-te a resposta para a tua questão honesta. A resposta não é de todo uma resposta. O robot não faz ideia do que estás a falar. O robot não tem nenhuma pista. E o robot programado é destemido. O robot nota alegremente que ficará feliz em responder às tuas questões em qualquer momento. Tão cego e sem cuidado é o robot que tu ficas frustrado além do que acreditas. Por vezes um corpo vivo é mesmo como um robot computorizado que não te ouve. Não interessa o que digas.

Meus queridos, vocês mantêm o hábito da frustração. Desde a infância, vocês têm estado atrás de uma pala de não serem ouvidos. Não serem ouvidos é o mesmo que ser-se esmagado. Serem ignorados é uma anátema para vocês. Vocês estão tão zangados por serem ignorados. Claro, isso não é certo. Cada um dos Meus filhos merece ser visto e ouvido e, francamente, adorado, e não ignorado.

No entanto a infância nem sempre foi aquilo que era suposto.

Então, como é que te tornas o ser humano que queres ser? Repreensões continuam a surgir na vida. Ressentimento e raiva permanecem, sempre te irritando como uma mosca que volta de novo e de novo para te aborrecer e assombrar.

O teu aborrecimento torna-se como que moscas a golpear. A tua mente e a superfície do teu coração estão prontos a apanhar essas moscas que não têm direito de continuar a zumbir à tua volta. E, no entanto, aqui estão elas, e tu levas o seu zumbido de forma pessoal.

Quando uma companhia tem robots a reagir a ti, não há golpes de mosca com que os apanhar. Um programa de computador dá-te pretextos, e tu irias esmagar aquele robot se pudesses. Esta é o pior tipo de não-resposta no mundo que possas pensar. Ser ignorado, ser totalmente ignorado, ser rudemente mal interpretado sem ter uma audiência justa.

Dom Quixote lutou com moinhos de vento. Tu lutas com robots computorizados.

Uma vez, tu eras uma criança indefesa. Tu já não és uma criança indefesa. Nem mesmo respostas sem nexo de uma máquina têm qualquer poder sobre ti exceto o que lhe concedes. E tu continuas a conceder.

Algures no caminho, tu declaraste guerra com fantoches. Os fantoches são inocentes. Outra pessoa fala por eles, e tu és aquele que se zanga com o fantoche.

Tu trilhas no passado em qualquer aparência em que isso surge. Enquanto outros podem ter caído na armadilha de te ignorar, tu, querido coração, agora aprendes a largar o passado e simplesmente deixar ir. Mesmo lá atrás, era o problema dos que ignoram, não teu. Lá atrás, tu não podias saber isso. Agora tu sabes. Os que ignoram são ignorantes.

O passado é nada. Este momento é tudo. Não mantenhas o passado presente. Caminha fora do passado incólume. Há um rancor de há muito tempo. Não o mantenhas vivo.

Como sais da escravidão de não seres ouvido? Ouçam-Me, amados. Ouçam-Me, e as vossas barreiras internas à paz irão cair. Caminhem em segurança na atenção e amor em que vos seguro.

 

10150525_286036541598452_5010041152051373347_n

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s